A HISTÓRIA É A NOSSA ÚNICA MÁQUINA DO TEMPO, QUE ATRAVÉS DE RELATOS, OBJETOS E FOTOGRAFIAS, NOS DÁ IDÉIA DE COMO NOSSOS ANTEPASSADOS VIVIAM DE ACORDO COM AS LEIS, COSTUMES, TRABALHO, LASER E TODA UMA GAMA DE RELACIONAMENTOS NO DIA A DIA.
quarta-feira, 17 de março de 2010
segunda-feira, 1 de março de 2010
CINE SÃO LUIZ
Na década de 1940, foi construído um novo cinema, no centro de Dores de Campos, o Cine São Luiz, que também projetavam grandes artes cinematográficas.
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| Clik na foto para ampliar e veja o autofalante da Rádio América |
Um sobrado interessante. Administrado pelos senhores José Raimundo Vasconcelos, Waldemar Vasconcelos, José Raimundo Vasconcelos (Zé Remundo) e Beline Bueno, onde funcionava o cinema e outras diversas atividades de entretenimentos. Na parte de baixo, funcionava o cinema, que por uma pequena passagem se chegava a um amplo salão de projeção dos filmes.
No mesmo piso, da entrada para o cinema, também funcionava um bar, onde eram vendidas diversas guloseimas e refrigerante. As pessoas, que além de ir assistir ao filme, geralmente levavam algo para degustar enquanto o filme era exibido.
Em frente, na calçada, ficavam diversos vendedores ambulantes e que vendiam outras guloseimas diversas, ora amendoim torrado, ora pinhão cosido, ora pipoca e outras coisinhas que se pudessem ganhar algum dinheiro.
Havia também, nos anos 50, uma atividade de aluguel de bicicletas, porque no Brasil da época, bicicletas eram importadas e era um veículo para poucos. Chegaram até a promover corridas de bicicletas, em um trajeto de uns 5Km até à estação ferroviária.
Subindo por uma escada e entre o primeiro e segundo piso do sobrado, ficavam os equipamentos de projeção dos filmes e acima, já no segundo piso, um salão de sinuca e bilhar, onde grandes portais chegavam-se em uma sacada, de onde se podia ver uma grande extensão da Avenida Governador Valadares, no centro de Dores de Campos.
Em um pequeno cômodo, nesse mesmo andar, funcionou por um bom período a “Rádio América”, do Sr Olímpio Ambrósio, um sistema de som de auto falante na mureta da sacada, divertia as pessoas com músicas e que se ouvia à grande distância.
O pequeno prédio foi um bom local de laser nos fins de semana, proporcionado aos dorenses, atrativos e um bom ponto de encontros e bate papo.
Permaneceu em funcionamento por muitos anos, até a chegada da televisão e que aos poucos foi diminuindo a freqüências do público ao cinema.
Nos anos 1990 as atividades do cinema foi encerrada e no local do bar, transformou-se em uma chooperia, posteriormente montou-se uma padaria no local e na parte de cima uma residência.
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
PIONEIROS DA CULTURA
Desde a chegada do Sr. Bernardo Francisco da Silva, que era considerado como homem instruído, de espírito elevado e ativo. Outros que aqui chegaram, possuidores de considerável instrução, procuraram dar elevação cultural aos habitantes do lugar, impulsionando a mocidade aos estudos em Dores. Quem dispunha de recurso financeira para continuação dos estudos e melhorar a formação, foram para outras cidades com melhor nível educacional. Com o tempo incentivou o caráter do povo dorense, sempre voltados para a conquista da civilização para o interesse cultural.
Em 1851, chegou em Dores do Patusca, o Sr. Antônio Roque de Melo, filho de Joaquim Rodrigues de Melo, vindo de Prados. Prático em medicina e musicista constituiu família e permaneceu em Dores por toda sua vida. Por falta de médico, exerceu a atividade médica, para atendimento de emergência da população. Também, atuou como Juiz de Paz, a pedido da população.
Teve como amigo mais próximo, o Senhor Agostinho Silva, que também era musicista e exerceu a atividade de farmacêutico.
Agostinho Silva, neto paterno de Bernardo Francisco da Silva, era filho do Sr. Antônio da Silva Sena. Alguns, rapazes inteligentes e criativos, em barracão provisório, fundaram em 1892, um grêmio dramático de amadores e que passaram a dar três espetáculos por mês. Muito aplaudidos foram ganhando fama e atraíram algumas pessoas das circunvizinhanças para assisti-los. Com bom êxito de bilheteria e com o espírito progressista, decidiram construir o próprio edifício para os espetáculos e contrataram entendidos em cenografia. Chegou-se a apresentar em cena "O Primo da Califórnia", Opereta de Manoel de Macedo, musicado pelo grande maestro pradense Antônio Américo da Costa. Com sede própria, passaram a realizar espetáculos com mais frequência.
Os pioneiros da arte foram: Randolfo Teixeira de Carvalho, Juvêncio Antônio da Silva, Francisco Lopes Pereira, Antônio Arruda de Souza, Pedro Teixeira da Silva, Antônio Teixeira da Silva Malta e Francisco Arruda de Souza.
Com sede própria, mantem-se um trabalho de recrutamento de pessoas e aprimoramento do repertório. Participam de vários eventos em Dores de Campos como em Semana Santa, Festa da Padroeira, eventos políticos e Festivais de Bandas, em Dores e em outras cidades.
A participação em Festivais de Bandas, são momentos de orgulho dos componentes das Bandas e para a população. Tem-se a oportunidade de mostrar todo o árduo trabalho de aprimoramento.
Os pioneiros da arte foram: Randolfo Teixeira de Carvalho, Juvêncio Antônio da Silva, Francisco Lopes Pereira, Antônio Arruda de Souza, Pedro Teixeira da Silva, Antônio Teixeira da Silva Malta e Francisco Arruda de Souza.
Em 1875, o Sr. Agostinho Silva juntou-se com o Sr. Antônio Roque de Melo e fundou a primeira banda de música local, que se constituía dos seguintes elementos: Agostinho Silva, seus irmãos Francisco da Silva Sena e Antônio Francisco da Silva, seus cunhados Joaquim Justino da Silva e João Francisco da Silva, seus sobrinhos Teófilo Teixeira de Carvalho, Astolfo Teixeira de Carvalho, Lourival Teixeira de Carvalho, Pedro Teixeira da Silva, Beline José da Silva, José Justino Filho e José Carlos da Silva e seus primos Antônio José da Silva e Juvenal Augusto da Silva.
Em pouco tempo, o Sr. Agostinho Silva, fundou a primeira orquestra, que vieram a participar alguns elementos da banda. Outros, que sem ligação com a banda e que vinham entusiasmando-se, passaram a empolgar numerosos jovens, formando a primeira Corporação Nossa Senhora das Dores.
O Senhor Antônio da Silva Mourão, musicista, vindo de um município vizinho, Lagoa Dourada, que em 1896 veio residir no Distrito de Dores. Abriu aqui aula de música, que em pouco tempo, organizou com seus alunos uma banda de músicas, que floresceu em 1902 e em pouco tempo, também se desfez. Outra tentativa, com êxito animador, deu-se em 1913 com a criação do Corpo Musical Santa Cecília, sob o comando do Senhor Alfredo Silva e depois Pedro Marques de Melo. E, esta banda ficou em atividade por dez anos.
Em 1942, o Sr. Antônio Sena, seu cunhado Antônio Alberico da Silva e sua irmã Angelina Silva e outros, fundaram a Sociedade Musical São Sebastião.
A formação de qualquer evento social, passa por duros momentos financeiros, conseguir dar seguimento e prosperar. Depende de ajuda dos vários setores, do político ao cidadão comum.
As Sociedades Musical dam aulas gratuitamente, a quem se dispuser a aprender a música e precisa de regras, para que o aprendiz não esmoreça e alcance o propósito. A frquência é muito importante, para aprender o sofejo e aperfeiçoar sempre, principalmente na fase de usar algum instrumento musical.
As Bandas de Músicas e Orquestras, com dificuldades e perseverança, sempre mantiveram um papel importante na cultura de Dores de Campos. Sempre levando jovens para o bom caminho da música, conseguiram superar muitas dificuldades, até mesmo para não deixar faltar componentes das sociedades.
Os ensaios são de grande importância, para o aperfeiçoamento.
A formação de qualquer evento social, passa por duros momentos financeiros, conseguir dar seguimento e prosperar. Depende de ajuda dos vários setores, do político ao cidadão comum.
As Sociedades Musical dam aulas gratuitamente, a quem se dispuser a aprender a música e precisa de regras, para que o aprendiz não esmoreça e alcance o propósito. A frquência é muito importante, para aprender o sofejo e aperfeiçoar sempre, principalmente na fase de usar algum instrumento musical.
As Bandas de Músicas e Orquestras, com dificuldades e perseverança, sempre mantiveram um papel importante na cultura de Dores de Campos. Sempre levando jovens para o bom caminho da música, conseguiram superar muitas dificuldades, até mesmo para não deixar faltar componentes das sociedades.
Os ensaios são de grande importância, para o aperfeiçoamento.
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| Ensaio da Sociedade Musical São Sebastão |
Com sede própria, mantem-se um trabalho de recrutamento de pessoas e aprimoramento do repertório. Participam de vários eventos em Dores de Campos como em Semana Santa, Festa da Padroeira, eventos políticos e Festivais de Bandas, em Dores e em outras cidades.
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| Semana Santa |
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| VI Festival de Bandas em Outubro de 2009 |
Sociedade Musical São Sebastião, 2009
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| Lira Nossa Senhora das Dores, 2009 |
domingo, 20 de dezembro de 2009
COMUNICAÇÃO
O primeiro sistema de comunicação em Dores de Campos, foi o telégrafo, através do Código Morse (utilização de "ponto (.)" e "traço (-)"; serviço prestado pelos correios, o qual foi muito utilizado durante muitos anos. e necessitava de um perito, para interpretar o Código (veja foto abaixo).
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| Aparelho de Telex |
O primeiro sistema de telefonia surgiu entre os anos 1958 e 1960, trazido por Daniel Ferreira da Costa, da cidade de Barroso. Tal aparelho, cujo modelo é aquele pregado à parede, possuia um fone que se trazia ao ouvido e se falava através de um tubo; a ligação era feita através de uma manivela. Este sistema de telecomunicação, foi montado no casarão que existia antes, onde atualmente é a farmácia Santa Terezinha. Porém, foi usado por pouco tempo.
Em 1970, foi instalado, pelo Pe Antônio dos Santos, no Salão Paroquial, o sistema de telefone um pouco mais eficiente, denominado Teledores, em que as ligações eram realizadas por intermédio de telefonista. Assim, as pessoas que possuiam em sua residência um aparelho, precisavam pedir à telefonista, a ligação requisitada. Tal ligação, quando completada era transferida para pessoa que a havia pedido. Apesar de eficiente, não tinha qualidade (as pessoas falavam gritando). Trabalharam como telefonista: Maria Helena Aliane, Aparecida Lopes, Jover e outras moças(a pesquisar).
Em 1970, foi instalado, pelo Pe Antônio dos Santos, no Salão Paroquial, o sistema de telefone um pouco mais eficiente, denominado Teledores, em que as ligações eram realizadas por intermédio de telefonista. Assim, as pessoas que possuiam em sua residência um aparelho, precisavam pedir à telefonista, a ligação requisitada. Tal ligação, quando completada era transferida para pessoa que a havia pedido. Apesar de eficiente, não tinha qualidade (as pessoas falavam gritando). Trabalharam como telefonista: Maria Helena Aliane, Aparecida Lopes, Jover e outras moças(a pesquisar).
No início dos anos 80, foi instalado um outro sistema, pela central de Barbacena-MG, o qual permitia que a ligação fosse feita pela própria pessoa usando apenas três dígitos. No final da década de 80, passou-se a usar sete dígitos e a ligação era feita diretamente ao telefone desejado, facilitando a comunicação.
Padre Antônio dos Santos trouxe para Dores de Campos, aparelhos de repetidores em uma das maiores elevação por perto da cidade, para captar sinais de TV, que na época TV Globo, TV Bandeirantes e TV Manchete.
Padre Antônio dos Santos trouxe para Dores de Campos, aparelhos de repetidores em uma das maiores elevação por perto da cidade, para captar sinais de TV, que na época TV Globo, TV Bandeirantes e TV Manchete.
Nos anos 1990 começaram a aparecer as antenas parabólicas. que aos poucos foram sendo instaladas, em casas de vários pontos de Dores de Campos. Apesar das antenas parabólicas, com recepção direta dos satélites, os aparelhos de repetidores ainda funcionam em outro local, em um espaço no local onde fica os filtros para tratamento da água.
Quando o Brasil lançou seu primeiro satélite, Brasilsat A1 em 1985, https://pt.wikipedia.org/wiki/Brasilsat, foi instalado uma torre que possibilitou a comunicação via Embratel. Recentemente, em 2003, foi instalada uma torre de telefonia móvel (celular), que melhorou a comunicação para qualquer lugar do Brasil e do Mundo.
Quando o Brasil lançou seu primeiro satélite, Brasilsat A1 em 1985, https://pt.wikipedia.org/wiki/Brasilsat, foi instalado uma torre que possibilitou a comunicação via Embratel. Recentemente, em 2003, foi instalada uma torre de telefonia móvel (celular), que melhorou a comunicação para qualquer lugar do Brasil e do Mundo.
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